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domingo, 25 de junho de 2017

É tão fácil fazê-los felizes!

Por mais voltas que a vida dê, é uma questão de tempo até criarmos novos hábitos e rotinas e os combinarmos com rituais que sempre fizemos. Tudo junto acaba por nos oferecer, com o tempo, conforto e bem-estar.

Esta semana tenho sentido que estamos a entrar neste caminho e isso proporciona-me paz... sobretudo por eles. Ontem, por exemplo, jantámos todos na sala a ver televisão (um programa que, para o Gonçalo, é o máximo, porque não costumamos fazer refeições na sala, nem a ver televisão) e, esta manhã, confortámo-nos com umas panquecas ao pequeno-almoço.

E que bem que souberam :)

Cada vez tenho mais certeza de que a vida vai (sempre) ao seu lugar! Até pode não ser da forma que idealizámos, mas a nossa capacidade de adaptação é extraordinária!

sábado, 24 de junho de 2017

Só faz falta quem está!

Não, não estive de férias. Acho que nunca estive tanto tempo sem escrever no blog, mas não foi por esse motivo. As razões foram outras. Várias, na verdade. Acima de tudo, sentia-me sem cabeça, sem forças e precisava de me organizar. De acalmar o espírito e de tentar arranjar mecanismos de defesa que me ajudassem a não dar importância a determinadas coisas. A deixar ir outras. A não me cansar com situações que não dependem de mim. A não viver preocupada com coisas que não estão nas minhas mãos. A conformar-me, sem ser no sentido depreciativo, com o que não posso mudar...

De certo modo, consegui. Cheguei a algumas conclusões importantes para viver a vida de uma forma mais calma e serena.

A verdade é que, se não estivermos a falar de questões de saúde, em que por vezes esta máxima não se aplica, tudo se resolve. E, muito importante, e espero que os meus filhos interiorizem esta ideia, na nossa vida só faz falta quem está e quer estar.

Posto isto, espero voltar aqui em força ;)

sábado, 17 de junho de 2017

Happy moment

Os amigos, aqueles para a vida, aparecem no nosso caminho por acaso. Sem aviso. Por isso, temos que ter sorte que as nossas vidas se cruzem e surja pelo menos uma oportunidade para que o fio da amizade se desenrole. Mas, depois, também é preciso inteligência e sensibilidade para cultivar a amizade. Não são precisos telefonemas diários, convívios semanais... é só preciso estar lá. Nos momentos bons e nos momentos maus. E, mesmo não estando fisicamente, é preciso que dos dois lados haja a plena convicção de que podemos contar sempre com aquela pessoa e ela connosco.

Tenho a sorte de ter amigos assim. Amigos de infância, que são a família que escolhi. E outros que, entretanto, me foram trazidos pelo destino, já era eu bem mais crescida. Sou mais que abençoada nesta matéria!

Ontem, estive com amigos que amo de coração e que são responsáveis por milhares de sorrisos meus. Amigos com quem partilho um álbum repleto de memórias felizes e com quem tenho a certeza que vou continuar a somar muitas mais <3

Como disse um dia Joseph Addison: "a amizade duplica a nossa alegria e divide a nossa dor." E é mesmo isto!

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Tanto faz!


Tirei uma série de fotos com eles quando estávamos os três na palhaçada. Rimos que nos fartámos, dissemos disparates, houve até guerra de almofadas...

Mas quando vi as fotos fiquei triste. Percebi que tinham ficado todas tremidas. TODAS! Não houve uma única que tenha ficado nítida; o que acaba por ser normal,já que não parámos quietos um segundo.

Fiquei triste porque foi um daqueles momentos (raros nos últimos tempos) em que me senti realmente feliz. Plena.

Queria tanto guardar aqueles instantes!

Mas depressa me dei conta de uma coisa muito simples. O facto das fotos terem ficado tremidas não significa que o momento não tenha acontecido ou que desapareça. A verdade é que com fotos ou sem fotos, ninguém mo tira e, por isso, tanto faz.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

O amor e a culpa

Ontem, o Francisco fez uma coisa que me enterneceu, ao mesmo tempo que me deixou triste.

Voltei a concluir que, realmente, o ritmo de vida que se leva é muito pouco compatível com a maternidade/ paternidade!

Depois de os ir buscar à escola, o tempo que sobra até os deitar é pouco. Não dá para mais que dar-lhes banho, fazer o jantar, dar-lhes o jantar, lavar-lhes os dentes e ler-lhes uma história. E, mesmo assim, entre estas tarefas, ainda há que tentar fazer outras coisas necessárias, como dobrar ou estender roupa, arrumar a louça da máquina, etc, etc.

Estava ontem neste ritmo estúpido, a dobrar roupa, quando o Francisco me pediu colo. Regra geral dou sempre, mesmo que sejam uns minutos até voltar ao que estava a fazer, mas como me faltavam só três peças pedi-lhe para esperar só um bocadinho de nada.

Ele olhou para mim, virou-me as costas, foi ter com o irmão e foi-lhe pedir colo.

Achei um amor, por ele ver o mano como alguém que lhe pode dar colo (e isto diz tanto!), mas ao mesmo tempo fiquei tão triste por o ter levado a procurar outro colo que não o meu!

Escusado será dizer que depois disto larguei tudo para dar colo aos dois. Nada, muito menos roupa por dobrar, vale mais do que a paz que me transmite o ato de dar colo aos meus bebés (até porque um dia vão deixar de o querer!).

sexta-feira, 26 de maio de 2017

E deixei-o ir...

Hoje de manhã lá foi ele... pus num saco os meus receios, acorrentei a mãe-galinha que há em mim, e deixei o Francisco ir a um passeio com a escola, apesar dele ter apenas dois anos. (Só porque sim, e para me ajudar a sentir um bocadinho mais traquila, pus-lhe uma pulseira identificativa, com o nome dele e o meu número de telefone).

Mas é isto. Deixei-o ir. Os amigos iam, consta que andavam no excitex porque iam andar de autocarro (que saudades dos tempos em que uma coisa tão simples como andar de autocarro era suficiente para me fazer feliz :P), e eu cedi.

Sei que vou ficar num desassossego absoluto até saber que ele chegou à escola... mas pronto. Se ele se divertir, valeu a pena!

terça-feira, 23 de maio de 2017

A minha aventura matinal

Sete da manhã. O despertador toca e começa a lufa-lufa diária. Mas eis que esta manhã teve uma variante.

Estava eu a dar-lhes o pequeno-almoço enquanto dobrava uma roupa, quando vejo, pelo canto do olho, algo a mexer-se. 

Era uma barata.

Desato a gritar, o Francisco e o Gonçalo começam a olhar para mim incrédulos e eu explico-lhes o que se estava a passar. Agarrei numa vassoura e começo a tentar matar a barata, sem parar de gritar.

Foi um espetáculo lindo de se ver. Eu nestas figuras tristes e eles a rir que nem uns desalmados, a gozar com a minha cara!

E foram uns 5 minutos nisto!


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Das duas uma: não deixo ou deixo e morro de ansiedade!

Soube hoje que na escola do Francisco estão a organizar um passeio de final de ano... em que também é suposto que a sala dele, de 2 anos, vá.

Tenho umas semanas para analisar se ele vai ou não, mas assim de repente, e a avaliar pelo pânico interior que se gerou em mim, automaticamente, (e acreditem que estou a usar um eufemismo), that´s not gonna happen! (Para o Francisco, pelo menos).

sábado, 6 de maio de 2017

É que até estou nervosa!

Amanhã, o Gonçalo vai ter uma aula extra de Taekwondo, a qual tem como objetivo que as mães também participem.

Mal soube disto o Gonçalo quis logo ensinar-me a contar até 10 em coreano e quis ensinar-me algumas das fórmulas. Eu bem lhe disse para ele não se preocupar, que as outras mães também não sabiam estas coisas, mas mesmo assim acho que ele não acreditou e massacrou-me até à exaustão. É triste, mas cheguei à conclusão que o meu filho, de 6 anos, está com receio que eu o envergonhe!

(Anda uma mãe a cuidar de um filho para isto!)

Ahhh... e já agora, ainda não sei contar até 10 em coreano (baralho-me com 3 dos números que têm um som muito parecido), e não sei fórmula nenhuma. Mas estou confiante de que vai correr bem :P

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Um dos meus maiores desejos

O Gonçalo e o Francisco estão cada vez mais cúmplices. Se antes era uma coisa que se notava mais do Gonçalo para o Francisco, agora o pequenino também começa a mostrar uma adoração ímpar pelo irmão. Cada vez é mais frequente brincarem juntos e o Francisco rir à gargalhada, daquelas que nos enchem o coração, com as palermices do irmão.

Se quando eles forem adultos esta cumplicidade se mantiver, e eu espero mesmo que sim, aí sim, sentirei que me saí bem enquanto mãe (mesmo que tenha noção que estas coisas vão além da educação que lhes é dada).

Que eles sejam os melhores amigos é um dos meus sonhos, porque o amor de irmão é único e faz milagres!

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Que maravilha!!!

Quando o Gonçalo era mais pequeno, e como eu trabalhava perto de casa e saía cedo, ia praticamente todos os dias ao parque com ele. O Francisco não tem a mesma "sorte", porque à hora a que chego a casa já não dá tempo para grande coisa a não ser tratar dos banhos, jantares e afins.

Como estou de férias esta semana, ontem fui buscá-los cedo para irmos aos parque... e soube-me tão bem! Confortou-me tanto poder usufruir mais um bocadinho dos meus pequeninos e poder dar-lhes um fim de tarde diferente, ao gosto deles!

Já hoje de manhã, e para começar o dia em grande, também já fui com o Francisco ao parque. E tão feliz que ele estava. Ele e eu!

Não poder ir, mais vezes, ao parque com eles durante a semana é bom sinal. É sinal que trabalho e isso deixa-me muito feliz. Mas são estes momentos, estes pedacinhos da vida, que mais valem e contam. E que fazem parte da lista das coisas que não têm preço.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Um dia eles vão saber que são os meus anjos

Supostamente somos nós, os pais, os adultos, que temos o dever (e a obrigação) de proteger os filhos. De os ensinar a viver. De lhes dar força e ânimo. De os ajudar a andar em frente. De os guiar.

É assim em teoria, mas tenho-me apercebido que as coisas não funcionam bem desta forma. Pelo menos nem sempre.

Olhando para a minha realidade e para a de muitas pessoas à minha volta, e estou a falar de pessoas adultas, apercebo-me que as coisas funcionam exatamente ao contrário. São os filhos, aqueles seres pequeninos e puros, que aparentemente não sabem nada da vida, que nos dão força para continuarmos em frente, de pé. 

Ultimamente, tem sido assim comigo. E até digo mais. É aos meus filhos que devo os meus sorrisos mais sentidos e as gargalhadas mais genuínas. 


segunda-feira, 1 de maio de 2017

O amor que conta!

Estava a observar o Francisco e o Gonçalo e aconteceu-me o que acontece com frequência quando penso e olho para eles: fui invadida por uma enorme sensação de felicidade e gratidão.

Na vida há muita coisa que não corre como esperamos, há muita coisa que não conseguimos controlar, há muita coisa que nos deita abaixo,  muitas vezes sentimos que nos tiram o tapete, mas há coisas que estão nas nossas mãos e que são mais valiosas que tudo o resto... como o tipo de pais que somos.

Não posso dizer que não guardo remorsos por, de vez em quando (mais vezes do que gostaria), não sentir vontade, ou força, para brincar com os meus filhos. Às vezes também me irrito e grito e tenho menos paciência do que devia. No entanto, há uma coisa que eu sei e que me conforta: eu vivo muito intensamente e estou muito atenta ao crescimento deles.

Adoro dar-lhes colo, acompanhar o ritmo das suas descobertas... e mesmo que às vezes a energia deles me exaspere, dou graças a Deus por eles terem tanta vida e serem tão alegres. E peço-Lhe, em silêncio, que eles nunca mudem.

Cada abraço que lhes dou e eles me dão, cada beijo, cada sorriso, cada gargalhada... aqueles bracinhos à volta do meu pescoço, o "mamã" tantas vezes entoado com a voz mais meiga do mundo... é tudo isto que tento apreender, com a cabeça e com o coração, para que os doces momentos presentes se tornem nas minhas doces memórias futuras. E para que nunca, nunca, sinta que não aproveitei o crescimento dos meus filhos. 

sábado, 22 de abril de 2017

Equilíbrio

Independentemente dos balanços e solavancos da vida, é neles que encontro o meu equilíbrio <3


quinta-feira, 20 de abril de 2017

Por enquanto, é deixá-lo na ignorância

Amanhã, há greve na escola do Gonçalo. Informei-o disso e ele perguntou-me o que era "isso de greve".

Fiquei sem saber o que lhe responder, mas expliquei-lhe que, por vezes, as pessoas não estão satisfeitas com algumas situações, que consideram injustas. Quando não conseguem resolver as coisas pedindo ou falando com quem pode mudar isso, elas fazem greve para chamar a atenção para a situação, numa tentativa de conseguirem o que querem.

Senti que me estava a embrulhar toda, com a preocupação de explicar as coisas de uma forma simples, e quando olhei para ele  para tentar perceber se ele tinha entendido, notei nele um olhar que me fez perceber que tinha acabado de lhe dar ideias. Por isso, e antes que ele comece a fazer greve porque eu não o deixo ver futebol depois de jantar ou por outra coisa qualquer, calei-me bem caladinha e mudei de assunto o mais rápido que consegui.

(... e acho que resultou!)

terça-feira, 11 de abril de 2017

Custa (sempre) tanto!

Depois de ter estado cinco dias de férias e no mimo do pai e avós, hoje o Francisco lá teve de regressar à escolinha. Fui eu lá levá-lo e assim que estacionei o carro e o tirei da cadeirinha, ele agarrou-se ao meu pescoço, com pouca vontade de me largar (e eu com nenhuma vontade que ele me largasse).

Já estão a ver o filme, não é?

Ele ficou a chorar, com aquele beicinho fofo de quem está sentido comigo por o estar a "abandonar", e eu fiquei com o coração pequenino por ter de o deixar assim :(

(Resumindo, estou desejosa que chegue logo à noite para voltar a estar com eles. Estou longe de ter matado as saudades destes cinco dias. Muito longe!!!)

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Uma explosão de amor

Foram 5 dias e 5 noites!!! Foram estes os dias que eu estive sem eles. Sem os meus pequeninos.

O Marco foi com o Francisco e com o Gonçalo para o norte, para umas mini-férias, e eu fiquei cá, com o coração apertadinho e despedaçado. Nunca me vou esquecer do vazio que senti quando os deixei no carro.

Nunca tinha ficado tanto tempo sem eles e confesso que me chegou a doer fisicamente. Por tudo. Pela saudade antecipada, pela preocupação...

Com o passar dos dias a saudade intensificou, mas a preocupação esmoreceu. Falava com eles todos os dias e percebia que eles estavam ótimos e isso permitia, pelo menos, que o meu coração serenasse um pouco.

Nestes dias em que estive sem eles consegui ter a casa sempre arrumada, vi os canais de televisão que quis, no fim-de-semana dormi até não conseguir mais, fiz coisas que não fazia há séculos (como ir à praia e conseguir estar deitada, descansada e a ler)... enfim... não fosse eu estar a trabalhar, e até poderia parecer que estive de férias. E esta parte foi boa. Mentiria com todos os dentes se dissesse que não foi. Mas a verdade é tão simples quanto isto: isto só foi bom porque sabia que em breve ia voltar a ter os meus pequeninos nos meus braços. Porque eles compensam tudo. Compensam ter a casa desarrumada, a falta de tempo para as minhas coisas, as noites mal dormidas...

Eles chegaram hoje, ao final da tarde, e tenho que admitir que já não estava a aguentar mais com tantas saudades. 

Quando os vi pareceram-me mais crescidos e mais bonitos que nunca. Agarrei-os com força e, por mim, tinha ficado assim por horas. 

Naquele momento, senti que os amava mais que nunca e senti que o meu coração estava prestes a rebentar de tanto amor!

domingo, 2 de abril de 2017

E diz-me uma amiga:

"Às vezes é uma questão, de não fazer mais questão."

Ela é sábia :)

Se eles soubessem...

Hoje estava um dia tão lindo, que quis aproveitar para ir com eles passear ao ar livre. Acabámos por ir ao parque, em Sintra.

Estivemos lá cerca de uma hora, os três, e soube-me pela vida! É verdade que houve um ou outro momento mais stressante (estar sozinha com os dois não é a coisa mais simples do mundo), mas no geral foi tão, mas tão bom! Senti-me tão feliz por estar ali com eles, por poder usufruir daquele momento com eles.

Se eles soubessem o bem que me fazem. A felicidade e a alegria que me dão. A energia que me transmitem...

<3 <3 <3

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